quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sei que chegou e é quanto me basta. Aterrou e já me telefonou a combinar que nos encontraremos ainda esta noite.
Foi tão agradável a última vez que nos reunimos que agora corro sempre que recebo notícia da sua chegada.
Ignoro que atracção é a sua, mas sei que é importante não a deixar fugir.
Conhecemo-nos desde a adolescência, contudo houve uma série de anos em que não nos contactámos, em que nem soubemos dos caminhos percorridos por cada uma das nossas vidas.
Mais tarde, redescobrimo-nos, demos de caras algures com a alegria, e voltámos a eleger a proximidade como regra.
Depois, mais um longo distanciamento, em consequência de uma viagem minha. E de novo, tempos a seguir, a surpresa da reaproximação. Creio que por uma carta, ou um telefonema.
Agora, pelos vistos, não nos deixaremos escapar outra vez.