quarta-feira, 6 de julho de 2011

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Cheguei ao Pico, lugar que antecede as sete noites do fogo, que antecede o próprio tempo inicial, onde me revejo e reencontro sempre que assomam tempestades.
Larguei do aeroporto e havia chuva miúda caindo por muros e vegetações inebriantes. Tudo era gratidão nos vapores da humidade que cirandava.
Ninguém nas ruas para perguntar, para duvidar sobre o destino, para esperar notícias rondando no céu baixo. Como se o Pico fosse apenas verdura de água ou paisagem a transbordar.
Fomos Larj, Eid, Jez e eu. E estava combinado que Denz apareceria. Mas depois surgiu tanta gente que acabámos por não fazer o que tínhamos pensado. As horas sobrepunham-se como ecos e o tempo esgotou-se.
Denz veio, mas não demorou. Havia qualquer coisa a que não poderia faltar. Mal tivemos tempo de saber pormenores da morte de Galess.